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Produtores brasileiros e internacionais focam em novas ofertas para consumidores nacionais. Já sabe como agradar esse público?

Produtores brasileiros e internacionais focam em novas ofertas para consumidores nacionais. Já sabe como agradar esse público?

Depois de conquistarem o mercado chinês, produtores chilenos de vinhos querem ganhar – mais – espaço na mesa dos brasileiros, devido ao tamanho do nosso território e a crescente procura dos consumidores por novas bebidas e soluções de harmonização.  Percepção semelhante à de produtores espanhóis, que cientes da facilidade de acesso à informação sobre a bebida por parte dos consumidores, querem, por exemplo, trazer vinhos com pontuações altas na escala Parker.

Segundo produtores, esses vinhos podem ser consumidos em restaurantes, especialmente em capitais como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) e, também, durante voos internacionais (serviço já oferecido com sucesso por algumas companhias aéreas). Porém, para que essas opções se tornem realidade é preciso superar o desafio de encontrar importadores.

Entretanto, mesmo quem já tem representantes no Brasil, como alguns produtores portugueses e chilenos, têm encontrado dificuldades para apresentar novos produtos ou mesmo expandir a distribuição de vinhos já presentes no mercado brasileiro. Boa parte deles comentam que os impostos no País são muito altos e isso dificulta a de seus produtos por aqui.

Enquanto isso, a vinícola brasileira Pericó desenvolveu um vinho para competir com produtos da América Latina (especialmente da Argentina e Chile) considerados premium. Em garrafa francesa, o vinho tem preço tabelado em R$150,00 ante os R$400,00 habituais cobrados pelas bebidas dos países vizinhos. E com potencial de guarda de até 15 anos, com mais sabor de frutas e madeira.